31/01/2010

A CONSPIRAÇÃO DO 31 DE JANEIRO






A revolta republicana do Porto durou apenas algumas horas e foi um prenúncio da implantação da República, vinte anos depois, em 5 de Outubro de 1910. A não adesão do quartel de Infantaria 18 (actual Quartel General) e de um número significativo de oficiais (apenas aderiam sargentos e praças) para além de um grande voluntarismo popular com a inerente falta de organização, são tidos como os principais factores que levaram ao insucesso da sublevação.

A cidade não esqueceu, no entanto, os seus mártires, os militares e civis que, nessa manhã de 31 de Janeiro de 1891, avançaram confiadamente ao encontro das metralhadoras da Guarda Municipal. De entre todos, há que destacar Alves da Veiga, Sampaio Bruno, João Chagas, o Alferes Malheiro e o Sargento Abílio. Estes nomes fazem hoje parte, para além de outros como a Praça da República e a Rua 31 de Janeiro, da toponímia portuense.


MATARAM O REI...



Ao longo de toda a semana decorreram as apresentações do Concurso de Leitura destinado aos alunos do 2º ciclo. A Biblioteca/CRE dinamiza-o com a colaboração dos colegas de L. Portuguesa. A obra escolhida, " Mataram o Rei" está relacionada com o Regícidio e integra-se nas celebrações do Centenário da Implantação da República. Este período decorrerão duas eliminatórias, a 24 de Fevereiro e 17 de Março. A final será já no terceiro período e aqui divulgaremos os vencedores.

29/01/2010

HERÓIS À MODA DO PORTO


"Bai no Batalha..." / "Estás a falar para a Central!" / "Um grise do carago." / "Aquele maduro só pensa em encher a mula... "


Estas e muitas outras expressões habitam em HERÓIS À MODA DO PORTO, um livro de contos de humor, que inclui um Dicionário do caraças da gíria e do calão do Porto, pois claro! A obra, coordenada por João Carlos Brito, está escrita no melhor "portoguês",

São sete contos, que têm por cenário de fundo diversos ambientes da Invicta e todas as personagens, importadas (e muito adulteradas) das clássicas histórias infantis, de repente, como que por um passe de magia, desatam a falar "portoguês"... ou seja, a linguarejar com o registo bem típico das gentes do norte e, em particular, da zona do Grande Porto. E, para lá da língua, procurou-se incutir aos diferentes heróis retratados... a alma tão sui generis dos portuenses. Com muita ironia e sarcasmo, à mistura, naturalmente.

Um livro que ficará bem em qualquer biblioteca escolar do Porto ... e não só !

26/01/2010

Maria Von Trapp


A legítima faria hoje 105 anos...

24/01/2010

PORTO VIVO - PASSADO E PRESENTE (9)


RESPOSTA 9: Convento de S.Bento de Avé Maria.

No mesmo local encontra-se, hoje, a Estação de S.Bento em cujo vestíbulo podemos admirar sugestivos azulejos de Jorge Colaço. Pormenor curioso, só no dia da inauguração se constatou que não haviam sido construídas as bilheteiras. O problema foi resolvido com o sacrifício da estação dos correios que se encontrava ao lado, com entrada independente...


Acertaram:

Berenice 5ºA
Cristina Gomes 5ºA
Benedita Brandão 5ºD

09/01/2010

PORTO VIVO - PASSADO E PRESENTE (9)


Este mosteiro foi construído nos começos do século XVI, com o beneplácito de D.Manuel I. Em 1783 foi destruído por um incêndio mas logo reconstruído no início do século XIX com redobrada opulência para ser demolido em 1895.

PERGUNTA: De que mosteiro se tratava e qual a edificação que se encontra hoje no mesmo local?

08/01/2010