09/02/2010

BIBLIOTECA ABERTA À NOITE


No próximo dia 19 de Fevereiro, sexta-feira, pelas 21h30m, a Biblioteca Escolar irá realizar com o apoio da Rede de Bibliotecas Escolares do Porto (RBEP) uma sessão de apresentação da “Biblioteca aberta à noite”- programa de sensibilização das comunidades educativas para uma Biblioteca …mais perto de si.

Posteriormente, pelas 22h30, haverá um espectáculo de Teatro de revista “Isto é que é um fado”, protagonizado pelo Grupo Cénico do Sporting Clube da Cruz, proporcionando a todos alguns momentos de diversão.

Como é habitual, será oferecido um delicioso café, pelas 21h, acompanhado de belas melodias, tocadas por alguns alunos do ensino articulado com a música.

08/02/2010

CONCURSO "FAÇA LÁ UM POEMA"


Por ocasião da comemoração do Dia Mundial da Poesia 2010, que se realiza no CCB no dia 21 de Março, o Plano Nacional de Leitura e o Centro Cultural de Belém lançaram um desafio às escolas, convidando-as a participarem num Concurso de Poesia, procurando incentivar o gosto pela leitura e pela escrita de poesia. A entrega de prémios terá lugar no CCB a 21 de Março de 2010 e será integrada no programa do Dia Mundial da Poesia.

A seguir apresentamos os poemas dos alunos da nossa escola :

“Foi um sonho que eu tive”

Foi um sonho que eu tive
Numa noite de lua cheia
Não dormi, sonhei apenas
Imaginei e encontrei-a

A estrela que procurava
No céu todo espelhado,
Era brilhante e importante,
Pois estava a meu lado…

E era a mais singela e dourada
A mais pequena e estimada
A mais perfeita e delicada
Estrela com quem sonhava…

Maria Beatriz de Sousa Marques da Silva - 9º Ano


“Palavras Soltas”

Há palavras soltas…
Perdidas
E sem sentido
Completamente desorientadas,
sem rumo.

Há palavras soltas…
Que vou tentar encontrar
ordenar.
E ver como vai acabar.

Há palavras soltas…
Que num poema vou transformar
Com rima ou
Sem rima
Eu vou organizar.

Há palavras soltas
Que num poema transformei.

Há palavras soltas…
Que nos trazem
Sentimentos
Pensamentos
Liberdade
Amor
Paixão

E às vezes
Uma grande desilusão.

Clara Filipa da Silva Pereira - 9º Ano


“Declaração de Amor à Andorinha”


Menina Andorinha
Seus olhos, sua beleza
Amo tudo em si
Adoro sua gentileza

Andorinha, Andorinha
Um dia desejo eu
Seres minha Julieta
Eu teu Romeu

Menina Andorinha
Seus olhos, sua beleza
Amo tudo em si
Adoro sua gentileza

Andorinha, Andorinha
Um dia desejo eu
Seres minha Julieta
Eu teu Romeu

Mariana Faria Marmelo - 8º Ano


“A Primavera”

Na Primavera, o sono
que o frio do Inverno
fez dissipa-se.
As flores florescem,
muito belas,
em campos
que parecem
arco-íris.
Os animais acordam,
o sol aparece,
o tempo fica quente
e eu fico contente.

Alexandre Jorge Pinto - 6ºAno


“No Mundo da Imaginação”


Era uma vez
Numa terra distante
Do um, dois e três
Para lá é um instante.

Só há fadas
Duendes e sonhos
São as lendas contadas
São os monstros estranhos.

Para ir para lá
É sempre a seguir
Na imaginação
Vais sempre lá cair.

Não está no mapa
Nem é em Portugal
Nada tapa
Nada faz mal.

Fica no outro mundo
No outro lado
Bem lá no fundo
Fora do urso pardo.

Nessa terra
Já toda a gente sabe
Não há guerra
Nem ninguém atrás da grade.

Pode-se brincar
Às coisas variadas
Pode-se jogar
Terras e ruas enfeitadas.

Cristina Vila Gomes - 5ºAno


“O Outono”


A andorinha partiu.
O Sol mais cedo se deitou.
A chuva miudinha caiu.
Então o Outono chegou.

A videira triste está a chorar,
Ela sem uvas ficou.
Cheira a vinho novo no lagar,
Então o Outono chegou.

As temperaturas desceram.
O vento assobiou.
As aulas já começaram,
Então o Outono chegou.

Os lagartos hibernaram.
A árvore despida ficou.
As folhas soltas dançaram,
Então o Outono chegou.

André Marcos Junqueira - 5ºAno


“Numa tarde de Verão”

Numa tarde de Verão
Fomos passear
Até que um gelado comemos
Para nos refrescar.
O calor era tanto, tanto, tanto…
Que o biquíni fomos pôr
E correndo pela areia
Olhamos, olhamos!
E pudemos observar
As ondas a bailar
E meninos dando
Belos mergulhos no mar.

Jessica Abigail Cabreira Monteiro -4ºAno

06/02/2010

PORTO VIVO - PASSADO E PRESENTE (10)

PERGUNTA: Qual o nome desta praça?

7 FOLHAS SOLTAS







31/01/2010

A CONSPIRAÇÃO DO 31 DE JANEIRO






A revolta republicana do Porto durou apenas algumas horas e foi um prenúncio da implantação da República, vinte anos depois, em 5 de Outubro de 1910. A não adesão do quartel de Infantaria 18 (actual Quartel General) e de um número significativo de oficiais (apenas aderiam sargentos e praças) para além de um grande voluntarismo popular com a inerente falta de organização, são tidos como os principais factores que levaram ao insucesso da sublevação.

A cidade não esqueceu, no entanto, os seus mártires, os militares e civis que, nessa manhã de 31 de Janeiro de 1891, avançaram confiadamente ao encontro das metralhadoras da Guarda Municipal. De entre todos, há que destacar Alves da Veiga, Sampaio Bruno, João Chagas, o Alferes Malheiro e o Sargento Abílio. Estes nomes fazem hoje parte, para além de outros como a Praça da República e a Rua 31 de Janeiro, da toponímia portuense.


MATARAM O REI...



Ao longo de toda a semana decorreram as apresentações do Concurso de Leitura destinado aos alunos do 2º ciclo. A Biblioteca/CRE dinamiza-o com a colaboração dos colegas de L. Portuguesa. A obra escolhida, " Mataram o Rei" está relacionada com o Regícidio e integra-se nas celebrações do Centenário da Implantação da República. Este período decorrerão duas eliminatórias, a 24 de Fevereiro e 17 de Março. A final será já no terceiro período e aqui divulgaremos os vencedores.

29/01/2010

HERÓIS À MODA DO PORTO


"Bai no Batalha..." / "Estás a falar para a Central!" / "Um grise do carago." / "Aquele maduro só pensa em encher a mula... "


Estas e muitas outras expressões habitam em HERÓIS À MODA DO PORTO, um livro de contos de humor, que inclui um Dicionário do caraças da gíria e do calão do Porto, pois claro! A obra, coordenada por João Carlos Brito, está escrita no melhor "portoguês",

São sete contos, que têm por cenário de fundo diversos ambientes da Invicta e todas as personagens, importadas (e muito adulteradas) das clássicas histórias infantis, de repente, como que por um passe de magia, desatam a falar "portoguês"... ou seja, a linguarejar com o registo bem típico das gentes do norte e, em particular, da zona do Grande Porto. E, para lá da língua, procurou-se incutir aos diferentes heróis retratados... a alma tão sui generis dos portuenses. Com muita ironia e sarcasmo, à mistura, naturalmente.

Um livro que ficará bem em qualquer biblioteca escolar do Porto ... e não só !